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quinta-feira, 21 de junho de 2012

A Maior Guerra



Os momentos que passaram e que presenciou até os dias atuais fez com que formasse um conceito sobre o que a vida realmente significa.
"O único problema do tempo, é que ele não leva as dores consigo."
A maior guerra que todos os seres humanos podem enfrentar em suas vidas, é a própria vida. Ela traz benefícios consagrados que faz a felicidade do homem, mas traz os problemas que causam os dias de angústia dos próprios.
O primeiro ato, posto em linha de frente é o acordar em uma manhã, em tempos que a desistência predomina em nossas mentes, nos fazendo sentir vazios. 
O segundo ato, o combate, inicia-se quando saímos e encontramos pessoas da nossa sociedade que em certos momentos temos que retirar as armas, carrega-las, e atirar. Nosso armamento mais preciso são nossas palavras que atingem qualquer um, com dores maiores que simples balas de fogo fariam. Mas na maioria das vezes temos que ter a retaguarda e nos esconder.
No terceiro ato, a estratégia grupal, sabendo-se que é "um por um, e todos contra um". São os planos de vida, os sonhos mais desejados que são destruídos por quem é incapaz de criar e alcançar os seus próprios. Tem poucos companheiros, mas o suficiente para que cada componente seja consagrado com as realizações dos sonhos.
No quarto ato, a perda, nunca sabes o que virá pela frente, a vida requer improviso de qualquer ser vivo. Aprender a lidar com as situações na hora que ela virem, passar por momentos desesperadores e supera-los, vencer obstáculos. Sempre terá perdas que irão marcar mentes possuídas, causando um ganho de coragem de continuar a lutar ou a perda das razões para o mesmo.
No quinto ato, a incerta vitória, nunca se pode saber quem ganhará e quem sofrerá com a perda, todos lutam pelos seus ideais, cada propósito de vida destinado. Os dois lados tem seus pontos positivos, independente do acontecimento. A dor da perda não é mais forte que a dor da desistência!
No último ato, a lembrança, que tanto pode ser algo ruim, como algo bom dependendo do resultado dessa guerra cotidiana. Nas horas de repouso minha mente trabalha feito uma condenada, me fazendo refletir sobre tudo que aconteceu, todos as palavras ditas, os movimentos feitos, os olhares observados, as palavras ouvidas, as lágrimas escorridas, os sorrisos em brilho. Acaba de pegar em sono e se prepara para uma nova guerra... O amanhã!


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21.06.2012

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